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Arquivo de novembro, 2009

Profissões Digitais: Designer de interação

29, novembro, 2009

A designer brasileira Juliana Ferreira faz parte da equipe de desenvolvimento da Nokia e ensina os principais focos de produção da profissão.

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Concursos Públicos – Mais de 1.700 Vagas Disponíveis

27, novembro, 2009

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Profissões Digitais: Analista de Sistemas, Arquiteto da Informação e Programador

24, novembro, 2009

Analista de Sistemas:

Ele pode trabalhar em empresas dos mais variados segmentos. Não importa o assunto, ele sempre vai achar uma forma de transformar determinada tarefa numa coisa mais inteligente. Essa talvez seja a missão básica do Analista de Sistemas. “Ele faz uma análise de dados e isso vai ser uma base pra ele gerar um sistema informatizado pra resolver qualquer problema dentro de uma empresa”, explica Hamilton Viana, coordenador do curso de Análise de Sistemas da Fatec/SP.

Mas você deve se perguntar: o que realmente faz um Analista de Sistemas, qual a rotina dele? Ou o que esse profissional que não desgruda do computador precisa ter para se dar bem? “Ele precisa ter raciocínio lógico. Ele precisa ser vocacionado para trabalhar na área de informática. Não é qualquer um que pode assumir estas funções”, afirma o professor Hamilton.

Programador:

Se você entra em um site que funciona perfeitamente, ou se executa um programa de computador que facilita o seu dia-a-dia, agradeça a um programador. Ele é o cara por trás dessas inteligências artificiais que são imprescindíveis para a nossa vida moderna.

Mas qual é o caminho para se tornar um programador? Hoje, não existem cursos que formam este profissional de modo específico. O estudo é sempre importante, mas a prática está sempre em primeiro lugar.

“Antigamente, para você construir um software, você precisava que ter acesso a equipamentos muito caros, e mesmo que você construísse um, ele seria visto só pela sua mãe. Hoje em dia, o que acontece? Com o mesmo computador pessoal que você usa para entrar no Orkut, brincar no MSN, você pode colocar o seu software no ar, usando as ferramentas de ponta – quase todas são gratuitas, são código livre. E se o seu software der certo, você vai ter audiências com números maiores do que o número de pessoas que você conhece. Você vai ter que estudar bastante teoria, a formação de computação, por exemplo, te ajuda muito a conhecer essa teoria. Mas você pode estudá-la como autodidata, desde que você complemente as duas coisas. Eu, por exemplo, estudei dois anos de filosofia que me adicionaram bastante”, conta Chester.

E o mercado para programadores anda bem aquecido. Isso porque a mão-de-obra brasileira é relativamente barata se comparada à da Europa e Estados Unidos. E, nem por isso, deixa de ser qualificada. Além disso, em momentos de crise, é o setor de TI que vai tornar o processo mais eficiente.

Arquiteto da Informação:

Os sites que você acessa têm divisões, menus, áreas com mais ou menos destaques. E você sabe quem é responsável por pensar a melhor maneira de organizar tudo isso? É o Arquiteto da Informação.

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Michael Jackson, Mayo, Drucker e você!

24, novembro, 2009

A trilha da grande aventura humana tem sido historicamente marcada pela tensão entre o ser e o fazer. Não importa se o agente produtivo é um empreendedor de sucesso ou um humilde operário. Em dado momento, ele vai se perguntar: será que meu modo de fazer está alinhado com meu modo de ser?

Vamos usar um exemplo pop para clarear as ideias. Michael Jackson era um homem, um artista e, ao mesmo tempo, uma formidável empresa global.

Era também um eterno menino, que gostava de brincar, receber e dar carinho, alegrar as pessoas, cultivar amizades, dançar e criar. Seu jeito de fazer as coisas estava expresso, por exemplo, em Moonwalk, o passo de dança mais famoso do mundo, em que seus pés pareciam deslizar magicamente para trás.

Desses dons, interesses e habilidades, ninguém tinha dúvida. E o artista desempenhava suas funções com maestria.

Agora, qual era a missão corporativa de Michael? Isso ninguém sabe ao certo até hoje.

Tudo teve início com uma relação conturbada com o pai, um chefe super rigoroso e intransigente. Prosseguiu com uma infância abortada em nome do interesse comercial. O menino prodígio sofria e, paralelamente, amealhava milhões e milhões de dólares para a indústria do espetáculo.

Michael Jackson foi a maior marca de todos os tempos no show-business. Mas, afinal, qual era seu objetivo? Parafraseando Caetano Veloso, “seu existir”, afinal, a que se destinava?

 Escala e compromisso

Para discutir o assunto, vamos retroceder no tempo e recorrer à chamada antropologia dos negócios. Como, afinal, surgiram as organizações? E para quê?

As primeiras empresas comunais e territoriais foram assentamentos agrícolas na Mesopotâmia. Essas proto-corporações tinham uma missão claríssima: produzir comida para sustentar os lavradores e suas famílias, mesmo quando a atividade estava sob controle do déspota local.

E qual era a função dos associados? Arar a terra, separar sementes, irrigar a plantação, retirar folhas atacadas por pragas, colher as safras e estocar os alimentos produzidos.

Percebe-se que as funções estavam perfeitamente alinhadas com a missão. E mais: as pessoas tinham perfeita consciência do que faziam e da utilidade de seus esforços. Elas acompanhavam todo o processo produtivo, da escolha do terreno até os rituais de agradecimento às divindades que garantiam a chuva.

Muito tempo depois, quando os camponeses foram para o lado de dentro dos feudos, ainda existia uma ideia geral da função e da missão laboral.

Além de produzir comida, esse tipo de esforço garantia a proteção oferecida pelo suserano. As pessoas podiam não estar satisfeitas com as exaustivas jornadas de trabalho, mas o ser e o fazer mantinham uma relação concreta de complementaridade.

Então, veio a Revolução Industrial… Foi, de certa forma, uma maravilha, e permitiu que começássemos a erguer o mundo das comodidades contemporâneas. Ao mesmo tempo, no entanto, instituiu-se um padrão de desconexão entre o ser e o fazer, entre a missão e a função.

O labor ganhou um sistema seriado, em que se privilegiava a escala. Em pouco tempo, criou-se um divórcio entre quem produzia e quem consumia. Um tecido fabricado em Manchester, na Inglaterra, virava o colete de um oficial da marinha britânica na Índia.

Mas não parou por aí. Os homens, mulheres e crianças que entregavam mais da metade de suas vidas aos teares passaram a desconhecer o próprio empreendimento em que trabalhavam. Frequentemente agenciados por capatazes, muitos jamais mantinham contato com o contratante do serviço.

Se a função gerava frustração e infelicidade, também é certo que produziu riquezas numa escala inédita. O objetivo era eliminar o caráter artesanal da confecção e, assim, fazer cada vez mais com o menor volume possível de recursos.

O trabalho de Frederick Taylor, já no final do Século 19, rendeu equações de maximização da produção. Logo, nas fábricas da Ford, a ordem era especializar. Cada um se ocupava de uma pequena parte do automóvel. Por serem repetitivos e relativamente simples, os procedimentos eram rápidos. Como resultado disso, a corporação inundou o mundo com milhões de exemplares de seus veículos, como o Ford-T. Até 1.927, já tinham sido produzidos 15 milhões deles.

Não é preciso dizer que as funções rotineiras e repetitivas do chão de fábrica foram transportadas para os escritórios administrativos. Os filmes norte-americanos das primeiras seis décadas do Século 20 mostram esses ambientes de produção seriada, marcados por funções preponderantemente automatizadas.

Vale lembrar o filme “Se meu apartamento falasse” (1960), em que C.C. Baxter, vivido por Jack Lemmon, aparece meio desconsolado num vasto escritório que mais parece uma linha de produção. Para enfatizar o ambiente sufocante no trabalho, o diretor Billy Wilder utilizou até mobiliário com escala de tamanho alterada.

Mas voltemos um pouco no tempo. Estudos de administração científica eram realizados com frequência nas fábricas norte-americanas nas décadas de 10 e 20. Em 1.927, por exemplo, o sociólogo australiano Elton Mayo assumiu a chefia das pesquisas sobre comportamento e produtividade que vinham sendo realizadas na Hawthorne Works, da Western Electric, em Illinois.

Durante o estudo, Mayo descobriu que a lógica científica da eficiência podia ser, em parte, contestada. Regras, divisão de tarefas e procedimentos padronizados acabavam por ter uma influência de caráter limitado na produtividade. Um conjunto complexo de fatores determinava os resultados de cada unidade fabril.

Mayo abordou o problema em sua obra The Human Problems of an Industrial Civilization, de 1.933. Para ele, os fatores psicológicos eram tão importantes quanto os fatores fisiológicos. A competência e a dedicação se apoiavam em regras informais do grupo, que tinha seus próprios e silenciosos meios de controle do pessoal.

Por fim, o estudioso concluiu que o indivíduo satisfeito no trabalho destacava-se por ter percepção de sua “função social”. Isso queria dizer que os mais felizes e realizados compreendiam e aceitavam a missão de que eram incumbidos.

 A finalidade da empresa

Ora, mas o que, de fato, define uma empresa? E será que isso é mesmo importante? Peter Drucker era sempre indagado sobre o tema e, certa vez, forneceu ao mundo dos negócios uma resposta antológica.

“Uma empresa não se define pelo seu nome, estatuto ou produto que faz; ela se define pela sua missão. Somente uma definição clara da missão, a razão de existir da organização, torna possíveis, claros e realistas os objetivos da empresa.”

Certos analistas modernos têm focado a missão da empresa na obtenção de lucros. O mesmo Drucker, porém, discordou com sabedoria num texto publicado em 1.974, em Management: tasks, responsibilities, practices.

Sem papas na língua, Drucker afirma que o lucro e a lucratividade são cruciais, até mais para a sociedade do que para a empresa individual. No entanto, segundo ele, a lucratividade não é a finalidade, mas sim o fator limitante da atividade empresarial. O lucro, dessa forma, apresenta-se tão somente como a evidência incontestável da validade de um empreendimento.

Para o mestre, a ideia de motivação por conta do lucro é equivocada e prejudicial. Criou, por exemplo, a crença de que existe contradição entre o lucro e a capacidade da empresa em oferecer autêntica contribuição social.

Ainda segundo Drucker, não se pode compreender o que é uma empresa sem que sua finalidade seja estabelecida.

“De fato, ela (a finalidade) deve situar-se na sociedade, já que a empresa comercial é um órgão da sociedade. Só existe uma definição válida para a finalidade de uma empresa: criar um consumidor”.

Logicamente, o pensamento de Drucker se tornaria mais complexo no decorrer dos anos, mas ele basicamente se manteve fiel a essa doutrina. Para ele, o consumidor nunca considera como valor o produto em si, mas sua utilidade, o beneficio que lhe fornece. E, se a finalidade de uma empresa é criar um consumidor, seus atores precisam desenvolver funções em duas áreas básicas: marketing e inovação.

Nem é preciso expor aqui a visão integral que Drucker tinha do marketing e seu interesse em processos de aprimoramento permanente de serviços e produtos.

Então, cabe agora unir as pontas. Será que hoje os personagens do teatro produtivo, do motorista ao CEO, têm mesmo consciência da finalidade da empresa? Será que a missão expressa nos catálogos institucionais contempla esse interesse em atender as necessidades da sociedade? E será que as pessoas se lembram da missão enquanto varrem o jardim da fábrica, atendem telefones, preparam um layout ou assinam um contrato de exportação?

Uma olhada rápida nas cinco forças elencadas por Michael Porter já concederia a um engenheiro de produção, por exemplo, a ideia da importância estratégica dessa consciência ativa e integral, bem como da exigência de uma visão inovadora e de uma aposta permanente no desenvolvimento de novas soluções para os problemas do consumidor. Sem consciência e comprometimento, a batalha competitiva está perdida antes do primeiro movimento dos players do mercado.

Talvez o divórcio entre função e missão tenha início já na elaboração dos planos de negócio, muitos deles dirigidos para uma inserção tática e não estratégica no mercado. Se a ideia for calcada em operações relâmpago de coleta de lucros, dificilmente se desenvolverá uma cultura corporativa voltada para a construção consistente de hábitos e valores.

Na nova economia, as empresas que mais crescem são justamente aquelas que contam com o comprometimento consciente das pessoas. Não falo do velho e surrado conceito de “vestir a camisa”, mas da capacidade que a corporação tem de definir uma missão, exibi-la claramente, angariar adesões e constituir funções que estejam sintonizadas com a finalidade da empresa.

O ponto de equilíbrio entre função e missão, portanto, reside num tripé de conceitos: exposição inequívoca da finalidade do negócio, construção de um conjunto de funções dinâmicas que possibilitem a conquista de objetivos e, por último, adesão livre e espontânea ao projeto da empresa. As funções precisam estar harmonicamente agregadas aos processos, e as pessoas precisam saber disso, todos os dias.

Quem não se sente parte do projeto acaba por não compreender sua mecânica. Esses excluídos estruturais podem virar dissidentes ou até sabotadores. São os que repetem procedimentos alienadamente, como os operários de Tempos Modernos (1.936); são os que desprezam a natureza do empreendimento; são os que se negam peremptoriamente a criar.

Eis o grande desafio das empresas vivas e mutantes neste novo século (e também o seu, caro leitor): ganhar desempenho nas funções, mas atribuir sentido às missões. Se lograsse compreender o binômio “ser-fazer”, o empresário e mega-star Michael Jackson talvez tivesse ganhado mais algumas décadas para afagar nossos ouvidos e corações. Cedo demais abandonou sua missão.

 Por Carlos Alberto Júlio (presidente da Tecnisa e membro dos conselhos da HSM e da Camil Alimentos. E-mail: julio@carlosjulio.com.br)

Extraído de: http://br.hsmglobal.com/notas/54654-michael-jackson-mayo-drucker-e-voc%C3%AA

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FGV oferece cursos gratuitos via web

22, novembro, 2009

A Fundação Getulio Vargas é a primeira instituição brasileira a ser membro do OCWC (Open Course Ware Consortium), o consórcio de instituições de ensino de diversos países que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet.

Para ter acesso aos cursos oferecidos, clique aqui. Mais informações podem ser encontradas no FAQ do FGV Online.

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Concursos Públicos – Mais de 1.650 Vagas Disponíveis

22, novembro, 2009

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Expectativa

17, novembro, 2009

       Um açougueiro estava em sua loja e ficou surpreso quando um cachorro entrou.
       Ele espantou o cachorro, mas logo o cãozinho voltou.
       Novamente ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
       Ele pegou o bilhete e leu:
       – Pode me mandar 12 salsichas e uma perna de carneiro, por favor. Assinado…. Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de 50 Reais. Então ele pegou o dinheiro, separou as salsichas e a perna de carneiro,colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.

      O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
      O cachorro desceu a rua, quando chegou ao cruzamento deixou a bolsa no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele pudesse atravessar a rua.
      O açougueiro e o cão foram caminhando pela rua, até que o cão parou  em uma casa e pôs as compras na calçada.
       Então, voltou um pouco, correu e se atirou contra a porta. Tornou a fazer isso. Ninguém respondeu na casa.

       Então, o cachorro circundou a casa, pulou um muro baixo, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro várias vezes.
       Depois disso, caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém abriu a porta e começou a bater no cachorro.

       O açougueiro correu até esta pessoa e o impediu, dizendo:
       -’Por Deus do céu,o que você está fazendo? O seu cão é um gênio!’

       A pessoa respondeu:
       – ‘Um gênio? Esta já é a segunda vez esta semana que este estúpido ESQUECE a chave!!!’

       Moral da História:
       ‘ Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para  os olhos de alguns, você estará sempre abaixo do esperado’   Qualquer um pode suportar a adversidade, mas
       se quiser testar o caráter de alguém, dê-lhe o poder.

       Se  algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se:

       Amadores construíram a Arca de Noé e profissionais, o Titanic.
       Quem conhece os outros é inteligente.
       Quem conhece a si mesmo é iluminado.
       Quem vence os outros é forte.
       Quem vence a si mesmo é invencível!!

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