HTC compra a S3 Graphics

6, julho, 2011

A VIA Technologies, fabricante de processadores baseados na arquitetura x86, anunciou a venda da S3 Graphics para a fabricante de smartphones HTC por US$ 300 milhões.

A S3 Graphics atualmente desenvolve chips gráficos para uso em computadores, consoles de videogame e dispositivos móveis.

A VIA comprou a S3 Graphics em 2001 com a intenção de acelerar a integração de recursos gráficos em seus processadores e chipsets.

Sob os termos do acordo, a VIA receberá US$ 147 milhões e a WTI Investment International receberá US$ 153 milhões dos US$ 300 milhões totais pagos pela HTC.

Com a aquisição, que ainda precisa ser aprovada pelos acionistas da VIA, WTI, HTC e pelos órgãos reguladores, a HTC espera ampliar seu portfólio de patentes para competir melhor com empresas como a Apple no mercado de smartphones e tablets.

O processo de aquisição deve ser concluído até o final deste ano.

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Aplicativos controlam o gasto de dados do seu smartphone (iOS, Android e BB)

6, julho, 2011

Planos de dados de internet móvel no Brasil não são dos melhores. As operadoras de telefonia cobram preços não muito amigáveis por serviços nem sempre tão bons, e, além de tudo, ainda limitam a quantidade de dados que o usuário pode usar ao longo do mês. Para evitar que a conexão do seu smartphone seja cortada, preparamos um guia com alguns aplicativos que podem ajudar a controlar o gasto de internet móvel e evitar transtornos no fim do mês.

DataMan (iOS)

Para quem tem aparelhos com o iOS – iPhone ou iPad – uma boa opção é o DataMan, que pode ser baixada na versão Lite (de graça) ou Pro (US$ 1,99). Trata-se de um utilitário que controla os dados gastos no celular em tempo real.

Os usuários de planos limitados podem dividir os dados mensais em parcelas para serem usadas a cada dia, e o aplicativo avisa quando uma delas é excedida. Também é possível definir uma porcentagem do plano que, ao ser atingida, o aplicativo emite um alerta de que o pacote está no fim.

Outra funcionalidade é a opção do aplicativo simplesmente desligar a sua conexão ao atingir o limite contratado. Ele também pode ser programado para ter a contagem reiniciada a cada mês e, assim, mostrar automaticamente quanto o usuário tem disponível para gastar com internet.

Stats (Android)

As versões Pro e Lite têm praticamente as mesmas funcionalidades. A principal diferença é que a Pro dá informações mais detalhadas sobre o uso dos dados.

Os donos de Android têm a opção de um aplicativo que não apenas rastreia o uso de dados móveis, mas também ajuda a controlar ligações, minutos usados, mensagens SMS enviadas e recebidas e quanto foi usado de internet, tanto em 3G quando em Wi-Fi.

O usuário pode configurar o aplicativo colocando as informações básicas do plano assinado junto à operadora – minutos, dados, mensagens de texto – e o Stats avisará quando algo estiver chegando perto do fim.

O Stats é distribuído em duas versões. A única diferença entre a versão gratuita e a paga é a presença de anúncios na versão grátis.

Mobile Data Alerter (BlackBerry 4.2+)

Usuários de BlackBerry podem usar o Mobile Data Alerter, que monitora a conexão Wi-Fi, 3G e quanto foi usado fora da rede da sua operadora. O aplicativo foi feito para uso corporativo, principalmente para empresas controlarem uso de funcionários, mas qualquer um pode mexer nele. Assim como os outros, é possível configurar a quantidade de dados que pode ser usada durante um mês e, quando o uso estiver próximo do limite, o aplicativo emite um alerta para o usuário.

Controlar o uso a partir do celular é apenas uma parte do que pode ser feito para evitar gastos excessivos com internet móvel. As operadoras disponibilizam em seu site uma parte para o cliente checar quanto gastou de internet, o que também pode ajudar no controle.

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Microsoft exige que Samsung pague US$ 15 por cada smartphone com Android

6, julho, 2011

Depois da briga de patentes com a Apple, a Samsung enfrenta agora uma nova batalha na justiça. Isso porque, a Microsoft está exigindo que a fabricante sul-coreana pague US$ 15 por cada smartphone produzido que utiliza o sistema operacional Android. O valor seria referente a uma série de patentes da gigante de software utilizadas na plataforma móvel do Google, segundo informações divulgadas pela Reuters.

Ainda de acordo com uma fonte ouvida pelo jornal norte-americano Maeil Business Newspaper, a Samsung estaria sugerindo um pagamento de cerca de US$ 10 em troca da ampliação da aliança com a Microsoft para uso da plataforma Windows nos Estados Unidos.

Trata-se do segundo acordo desse tipo exigido pela Microsoft. Em abril deste ano, a empresa já tinha anunciado um acordo com a HTC, pelo qual receberia o pagamento de royalty sobre os equipamentos que rodam Android.

Existe uma projeção de que a Samsung tenha comercializado cerca de 19 milhões de smartphones que usam Android em todo o mundo, entre abril e junho. E se a fabricante mantiver esse ritmo de crescimento, os analistas acreditam que ela pode sair da segunda para a primeira posição do ranking global de vendas de smartphones, ultrapassando a Nokia.

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Foursquare lança jogo de conquista nas ruas de Nova York

5, julho, 2011

Quando você entra no mundo do Foursquare, rede social que combina interação com geoposicionamento, você geralmente se empolga e quer dar check-in em todos os lugares que você visita. Até sua casa você cadastra na rede para poder virar prefeito e ganhar pontos no final do dia.

Mas a verdade é que, depois de um tempo, você se cansa, e os check-ins se tornam mais raros – e apenas naqueles locais que você está visitando pela primeira vez. Aparentemente, o Foursquare notou esse arrefecimento no comportamento dos seus usuários e resolveu lançar um plano que combina jogos de estratégia, como War, e de colaboração on-line, como The World of Warcraft. Surgiu então o World of Fourcraft!

O jogo foi lançado apenas para as ruas da cidade de Nova York, dividindo conhecidos bairros como Brooklin, Manhattan e Queens em times antagonistas. Quando, por exemplo, o número de check-ins feitos por moradores do Brooklin em Manhattan ultrapassa o dos residentes locais, o espaço é roubado e passa a ser do conquistador – basicamente os check-in viram as fichinhas do jogo War.

Ricky Rabinett, um dos sete membros responsáveis pela criação do jogo, explica que a estratégia visa tornar o Foursquare mais cativante no longo prazo. Atualmente, são mais de 2.000 usuários cadastrados brigando pela dominação de Nova York. Os desenvolvedores planejam expandir o conceito com um nível mais difícil, que continue estimulando o engajamento dos usuários. Mas o site lembra que não há nenhum prêmio em troca, “apenas o orgulho que normalmente você consegue ao ser retuitado”. É… acho que algumas pessoas iriam preferir alguma recompensa, certo?

Já imaginaram como seria o World of Fourcraft em São Paulo? Você acha que a estratégia vai pegar mesmo?

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Site simula entrevista de emprego e ajuda a preparar candidatos a uma vaga

4, julho, 2011

Nuvem: Migrar ou não migrar?

4, julho, 2011

Algumas empresas já migraram seus desktops, emails e outros aplicativos para a nuvem, mas muitas outras ainda têm dúvidas sobre o melhor procedimento, o mais seguro e confiável. Para ajudá-los, a Symantec faz uma comparação bem simples entre o processo de migração na nuvem e a compra de um carro novo. Antes de tomar a decisão da compra, o cliente deve pesquisar a confiabilidade e os recursos de diferentes modelos, além de considerar a classificação de segurança e conferir o que os outros dizem. E é nesse ponto que a nuvem é mais parecida com um automóvel. Uma preparação sensata vai ajudá-lo a usar a abordagem correta para o cenário da nuvem, a administrar riscos e a perceber os benefícios que a solução oferece.

As empresas se preocupam com a perda de controle e o risco de inatividade, caso seus dados e aplicações sejam migrados para a nuvem. Uma recente pesquisa da Symantec mostra que no Brasil, asim como em outros países, há sensíveis diferenças entre as expectativas e a realidade das empresas que implantam soluções na nuvem. O estudo descobriu ainda que os CEOs e CFOs estão mais preocupados que suas áreas de TI com a migração das aplicações críticas para ambientes virtuais devido aos desafios associados à confiabilidade, segurança, disponibilidade e desempenho.

Se estiver pensando na adoção de nuvens públicas, privadas ou híbridas (combinação das duas), as recomendações da Symantec abaixo podem ajudá-lo a proteger seus dados, manter o perfeito funcionamento e a evitar interrupções dos serviços na nuvem.
1.Conheça-se – Tenha claro o motivo pelo qual irá para a nuvem. Você pode buscar ser mais ágil na implantação de aplicativos, ou ter recebido uma ordem executiva, escolher entre OPEX a CAPEX, ou simplesmente buscar a migração por não haver mais espaço em seu datacenter. Não se engane e tenha claro o objetivo da sua decisão pela migração para a nuvem.
 

2.Conheça suas alternativas -Informe-se sobre os reais custos de ter seus próprios serviços em vez de contratar um provedor para a nuvem – incluindo os custos computacionais, de armazenamento, rede, aplicações e segurança. Nem sempre vale a pena migrar todos os serviços de negócios para a nuvem.
 

3.Carga preciosa a bordo – Períodos de paralisação têm consequências. No mundo dos negócios, sistemas críticos são vitais para se ter sucesso; por isso, protegê-los e ter a garantia de que sempre estarão disponíveis é muito importante. Pense no RTO (Recovery Time Objective ou quanto tempo você pode ficar sem que uma aplicação esteja disponível) e no RPO (Recovery Point Objective ou o volume de dados que você poderia perder). Quanto menores o RTO e o RPO, mais críticos são os sistemas. Hospedar os serviços menos importantes na nuvem reduzirá seus custos e terá um risco mínimo de paralisação dos negócios.
 

4.Analise com cuidado. Não tenha medo de perguntar aos seus fornecedores de soluções para nuvem sobre a tecnologia por trás dos serviços. Verifique onde seus dados ficarão hospedados e quais são as opções de backup e recuperação. Você terá um contrato de qualidade de serviços para garantir a resolução dos problemas. Certifique-se de que terá um acordo favorável e quais serão as consequências reais em caso de falha.
 

5.Faça um test drive – Se estiver procurando uma solução de nuvem pública, uma das principais vantagens do SaaS é ter facilidade de implantar uma versão gratuita. A maioria dos prestadores oferece essa opção àqueles que desejam contratar seus serviços. Comece aos poucos, com uma versão de teste e, quando estiver satisfeito, amplie os serviços para incluir dados confidenciais e outros sistemas de missão crítica.
 

6.Tenha um plano de manutenção -Esteja preparado para quando ocorrer alguma falha. Uma das melhores maneiras de maximizar os períodos de atividade é testando o sistema de recuperação de desastres com antecedência, para localizar quaisquer problemas de configuração que o deixem vulnerável. Os testes de recuperação permitem identificar problemas no sistema sem interromper a disponibilidade dos serviços para clientes e funcionários. O uso de uma ferramenta para avaliação de recuperação de desastres é uma das melhores maneiras de garantir a perda mínima de dados e serviços.

Assim como você precisa fazer sua parte ao comprar um carro, uma boa pesquisa e planejamento adequado são vitais para fazer da computação em nuvem uma solução tão confiável quanto possível — seja para casos de implementação de uma nuvem privada, pública ou híbrida.

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Facebook promete resposta ‘matadora’ para o Google+ na semana que vem

4, julho, 2011

O Facebook, maior rede social do mundo com mais de 500 milhões de usuários, não pretende deixar o Google+ ganhar espaço com tanta facilidade. Na briga pelo tempo online de cada usuário ao redor do mundo, as duas empresas estão lançando novidade atrás de novidade.

Em uma entrevista coletiva que aconteceu ontem (29/06) no escritório do Facebook em Seattle, EUA, Mark Zuckerberg afirmou que sua equipe vai lançar algo “matador” na semana que vem. Muitos blogs de tecnologia já começaram a fazer apostas, e alguns acreditam que a empresa lançará seu app para iPad, além de uma ferramenta para compartilhamento de fotos no iPhone.

Durante o evento, Zuckerberg disse que “nos próximos 5 anos, muitas coisas diferentes e intrigantes serão feitas por toda essa multidão conectada”, e completou: “Acho que vai ser bem legal”. Para ele, novos aplicativos construídos para as redes sociais terão formas e objetivos diferentes, aproximando experiências essencialmente sociais: assistir filmes, programas de TV, discutir ideias a respeito de livros e música. De acordo com o criador do Facebook, esses aplicativos serão responsáveis pela criação de novos negócios, responsáveis pela criação e gerenciamento desse novo conteúdo.

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